Dúvidas Frequentes

O paciente poderá ser atendido em sua residência, asilo ou em hospitais pelo dentista que possui um consultório portátil, semelhante ao tradicional.
Sim. As doenças bucais podem contribuir para o aparecimento de problemas cardíacos, enfartes, diabetes, nascimentos de bebês prematuros e pneumonia. Por exemplo, quando a doença periodontal do diabético é tratada adequadamente, manter o controle dos níveis de glicose no sangue se torna muito mais fácil.
Não. O envelhecimento não contribui para a doença periodontal se o indivíduo não tem predisposição a ela. Contudo, com o envelhecimento, a higiene bucal deficiente é um dos fatores que contribui para a sua instalação. Além disso, doenças tais como o diabetes não compensado podem contribuir para a instalação da doença periodontal.
O câncer de boca é uma denominação que inclui os cânceres de lábio e da cavidade oral (mucosa bucal, gengivas, palato duro, língua e assoalho bucal). Os fatores que podem contribuir para seu aparecimento são idade superior a 40 anos, fumo e consumo de álcool. O exame da boca é fundamental em todas as idades. Conhecer as pequenas modificações na boca contribui para a detecção precoce do câncer bucal.
Não. Os idosos desdentados são aqueles que, no passado, não tiveram acesso aos cuidados preventivos (flúor, controle da dieta e higienização adequada) bem como ao tratamento odontológico.
Apesar de os dentes mostrarem alguns sinais de mudanças com a idade, estas não são específicas do envelhecimento. As alterações apresentadas na terceira idade podem ter sido por causa da cárie, doença periodontal (doença inflamatória que acomete os tecidos de suporte e sustentação dos dentes), higiene bucal deficiente, dentes em má posição e hábitos parafuncionais (bruxismo). Contudo, com o envelhecimento observa-se um escurecimento dos dentes devido à mudança de cor da dentina que fica mais amarelada e o esmalte fica mais transparente.
A mucosa que reveste a boca fica mais friável, sujeita a injúria e a cicatrização torna-se mais lenta quando sofre traumatismos.
O ideal é trocá-la. As dentaduras têm uma vida útil de 5 anos, desde que anualmente se faça um reembasamento (substituição de sua base). Se não o fizer, a prótese poderá traumatizar a gengiva e o osso.
Furosemidas e hidroclorotiazidas (diuréticos), vasodilatadores (inibidores de angiotensina, bloqueadores de cálcio, antianginálicos, beta-bloqueadores e glicosídeos), os antiiflamatórios não-esteróides, os ansiolíticos (diazepan, alprazolan), os sedativos e os antidepressivos.
As próteses dependem muito da presença de uma camada de saliva sob suas bases, o que ajuda na retenção e estabilidade em função. Os idosos fazem uso de muitos medicamentos que causam a diminuição da saliva, causando com isso instabilidade. As próteses também podem se tornar bambas devido à perda óssea progressiva que ocorre pela função e por pressão da mesma no rebordo (osso). A perda de peso corporal reflete também na região bucal, ocorrendo diminuição de volume no contorno dos tecidos de revestimento, com a conseqüente perda de adaptação das próteses.
Consultar o médico para avaliar a possibilidade de mudar o horário da administração do medicamento que causa a xerostomia, uso de estimuladores de saliva (gengibre, limão, gelo) ou saliva artificial. Em casos mais severos pode-se fazer uso da pilocarpina que estimula a produção de saliva.
Xerostomia é a sensação de secura na boca. Ela pode ser causada pelo uso de medicamentos. A falta de saliva interfere no paladar, no grau de adaptação das próteses (dentaduras e “Roach”), na umectação do bolo alimentar dificultando a mastigação, ingestão e digestão.
Muitas doenças como o AVC, doença de Alzheimer, artrites, o mal de Parkinson, causam dificuldades motoras graves, que podem impedir uma correta limpeza dos dentes. Podemos lançar mão das escovas elétricas, escovas com empunhadura aumentada, jatos de água intermitentes, bochechos com antissépticos, restrição da dieta com potencial cariogênico e treinamento dos cuidadores e familiares.
Cárie dentária é uma doença bacteriana como tantas outras, que resulta na destruição da estrutura dentária onde está localizada. Ela é também considerada infecciosa e fortemente influenciada pela presença dos carboidratos da dieta e pela ação dos componentes da saliva.
Não, ele sozinho não causa cáries e sim a associação do açúcar em excesso com uma precária higiene dental.
Desde os primeiros dias de vida e sempre após cada amamentação, utilizando-se gaze embebida em água filtrada em toda a boca do bebê.
A chupeta é usada para acalmar os bebês. Elas não são proibidas mas devem ser bem escolhidas. As ortodônticas são as melhores e devem ser usadas apenas na hora de dormir, preferencialmente.
Quando elas forem capazes de cuspir e não estiverem engolindo a pasta.
Quando apresentarem destreza suficiente para realizar a escovação. Normalmente, em torno dos 7 anos de idade.
Normalmente, a gengiva sangra quando há deficiência de higiene dental. Para melhorar o sangramento, é preciso uma boa escovação e uso correto do fio dental após as refeições.
Não. O clareamento é totalmente inócuo aos dentes. É considerado, hoje em dia, o tratamento mais seguro em Odontologia.
Quando os dentes estiverem bem maturados na cavidade oral. Geralmente, à partir dos 15 anos.

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